terça-feira, 31 de março de 2009
Autoclonagem
Tirei um extrato do banco e percebi inúmeros saques realizados no dia 25 de fevereiro. Olhei, reolhei, olhei de novo...pensei, pensei e concluí: "não, não fui eu quem sacou esse dinheiro. Não mesmo!" disse com toda a convicção de uma pessoa desatenta.
Cheguei no hotel e liguei pro Banco. Estava convencida de que meu cartão havia sido clonado.
- Pode cancelar o cartão senhora?"
- Cancela! afirmei mais uma vez com toda convicção de uma pessoa distraída.
Na segunda-feira me dirigi ao banco e fui questionar os saques realizados, certa de que em breve eu teria todo meu dinheiro de volta na minha conta.
Aí eu te pergunto:
- Você sabia que em feriados todos os saques realizados só aparecem no próximo dia útil?
Eu não sabia.
Então era eu mesma, euzinha que havia clonado meu cartão!!!!!!!
Cheguei no hotel e liguei pro Banco. Estava convencida de que meu cartão havia sido clonado.
- Pode cancelar o cartão senhora?"
- Cancela! afirmei mais uma vez com toda convicção de uma pessoa distraída.
Na segunda-feira me dirigi ao banco e fui questionar os saques realizados, certa de que em breve eu teria todo meu dinheiro de volta na minha conta.
Aí eu te pergunto:
- Você sabia que em feriados todos os saques realizados só aparecem no próximo dia útil?
Eu não sabia.
Então era eu mesma, euzinha que havia clonado meu cartão!!!!!!!
é tudo amarelo!!!
Um dia tava entrando no embarque do aeroporto e entreguei meu extrato do banco em vez da passagem....
Pequenininha
Desde quando era criança minha mãe dizia que eu tinha um tempo um pouco diferente das outras crianças com quem convivia.
Muitas vezes enquanto todos estavam correndo, brincando de pique-esconde, pique-pega, eu ficava ali quieta num canto, só observando, ou brincando com uma boneca. Eu não entendia isso como ser diferente.
Lembro também que adorava desenhar. Mas meus desenhos não tinham a pretensão de serem artísticos. Na verdade eles representavam um mundo construído a cada página. Sempre tinha um enredo, uma trama que ia se configurando. Eu podia passar horas ali, em páginas e páginas de desenho, de histórias, de um mundo inventado em cada risco.
Muitas vezes enquanto todos estavam correndo, brincando de pique-esconde, pique-pega, eu ficava ali quieta num canto, só observando, ou brincando com uma boneca. Eu não entendia isso como ser diferente.
Lembro também que adorava desenhar. Mas meus desenhos não tinham a pretensão de serem artísticos. Na verdade eles representavam um mundo construído a cada página. Sempre tinha um enredo, uma trama que ia se configurando. Eu podia passar horas ali, em páginas e páginas de desenho, de histórias, de um mundo inventado em cada risco.
No mundo da Lu(a)
Existem pessoas que são um pouco mais avoadas que outras, que as vezes passam mais tempo no mundo de lá que no daqui. Passam horas do dia absortas em seus pensamentos construídos durante as outras horas em que caladas, observam o mundo.
As vezes esses seres tem dificuldades com horários, com prazos, de uma certa forma, com o tempo. Esse tempo que nos regulas e muitas vezes nos obriga a ignorar o nosso tempo interno, para viver no tempo do mundo, digamos real.
Essas criaturas que muitas vezes incompreendidas são chamadas de “avoadas”, “lerdas”, “desligadas” e mais um montão de adjetivos que existem por aí.
Se você parece com essa pessoa, ou tem alguém que parece, ou mesmo quer conhecer um pouco sobre essas pessoas que vivem no mundo da Lu(a), se aprochegue....
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