sexta-feira, 13 de setembro de 2013
segunda-feira, 28 de junho de 2010
o mistério do casaco
Faz tempo que não apareço por aqui. Mas eis que surgem novas histórias.
Dia desses acordei um pouco tarde, após chegar cansada de um show.
Ao levantar me deparei com um casaco do Corínthias na cadeira do meu quarto. Aqui em casa ninguém gosta de futebol o que por si só justifica o fato de que ninguém teria um casaco do " Corínthias".
Intrigada com a presença daquele casaco, perguntei ao meu namorado se por acaso da noite pro dia ele passara a gostar de futebol e torcer para o corínthias?
E ele me respondeu: Claro que não e não faço a menor idéia de quem é esse casaco.
Eu intrigada questionei se algum amigo dele tinha estado aqui em casa, ou se ele pegou emprestado e não se lembrava.
Depois de todas as negativas ficamos os dois indagando. Será do cara da água. Será que alguém mais esteve aqui e não lembramos.
Enfim foram dias de indagação, até que um dia como num estalo a cena se revelou diante de meus olhos.
Numa volta ao tempo me lembrei passo a passo da noite em que cheguei do show. Eu desci da Van na porta de casa e o motorista me perguntou: Acho que aquele menino que sentou aqui esqueceu este casaco. Eu disse: pode deixar que levo.
Fechei a porta, atravessei a rua, abri a portaria, entrei em casa, coloquei o casaco sobre a cadeira, troquei a roupa, deitei na cama, dormi e esqueci de tudo...
Dia desses acordei um pouco tarde, após chegar cansada de um show.
Ao levantar me deparei com um casaco do Corínthias na cadeira do meu quarto. Aqui em casa ninguém gosta de futebol o que por si só justifica o fato de que ninguém teria um casaco do " Corínthias".
Intrigada com a presença daquele casaco, perguntei ao meu namorado se por acaso da noite pro dia ele passara a gostar de futebol e torcer para o corínthias?
E ele me respondeu: Claro que não e não faço a menor idéia de quem é esse casaco.
Eu intrigada questionei se algum amigo dele tinha estado aqui em casa, ou se ele pegou emprestado e não se lembrava.
Depois de todas as negativas ficamos os dois indagando. Será do cara da água. Será que alguém mais esteve aqui e não lembramos.
Enfim foram dias de indagação, até que um dia como num estalo a cena se revelou diante de meus olhos.
Numa volta ao tempo me lembrei passo a passo da noite em que cheguei do show. Eu desci da Van na porta de casa e o motorista me perguntou: Acho que aquele menino que sentou aqui esqueceu este casaco. Eu disse: pode deixar que levo.
Fechei a porta, atravessei a rua, abri a portaria, entrei em casa, coloquei o casaco sobre a cadeira, troquei a roupa, deitei na cama, dormi e esqueci de tudo...
segunda-feira, 22 de junho de 2009
poesia de criança
Minha linda filha Flora queria começar uma amizade com a vizinha.
Fez um aviãozinho de papel e jogou no seu quintal dizendo: Oi!
Mas a vizinha não repondeu.
Então eu disse que ela poderia ir lá e dizer oi pessoalmente.
Ela disse que é mais poético mandar um aviãzinho, e que se um dia elas virassem grandes amigas, teriam uma linda história pra contar.
Fez um aviãozinho de papel e jogou no seu quintal dizendo: Oi!
Mas a vizinha não repondeu.
Então eu disse que ela poderia ir lá e dizer oi pessoalmente.
Ela disse que é mais poético mandar um aviãzinho, e que se um dia elas virassem grandes amigas, teriam uma linda história pra contar.
sobre o vôo perdido, o violão e as coisas que se sucedem
Estava feliz, pois afinal saí de casa com folga e chegaria antes da hora no aeroporto.
Me dirigi ao guichê para fazer o check in, eu, minha irmã, minha filha e minha sobrinha (mas só eu ia viajar mesmo).
- Documentos por favor!
- Claro, respondi com a tranquilidade de quem está em dia com a lei.
Abri a carteira e nada! Revirei bolsos, e nada!A bolsa, e nada!A mala, e nada!
Parecíamos um grupo de retirantes, com sacola, necessaire, roupas, tudo fora da mala, em busca da identidade perdida.
Depois de constatar que ela realmente não estava ali, retornei ao guichê já fraca e sem aquela alegria inicial, e ouvi da atedente que só viajaria com identidade e que ela não poderia fazer nada.
O embarque estava quase encerrando, quando tive a idéia de fazer um BO na Polícia.
Corri, fiz o boletim e no meio de tudo isso era Flora pra lá , Maria pra cá..afffff
Consegui, mas não dava mais pra embarcar nesse vôo. Teria que esperar o próximo.
E de repente achando que tudo estava resolvido lembrei do meu violão.
O violão??Alguém pegou meu violão.
Respirei fundo e pensei por que Deus me havia feito uma pessoa tão calma.
Ah, fosse eu como minha amiga Bárbara e já não estaria mais aqui nesse plano!!
Afinal encarar toda sorte de esquecimentos e distrações, só com essa calma atípica, típica de quem vive no mundo da Lu(a).
No fim das contas encontrei meu violão e dias depois a identidade, que havia ficado no caixa do banco quando fui buscar meu novo cartão.
Aquele que achei que tinha sido clonado, lembra?
Me dirigi ao guichê para fazer o check in, eu, minha irmã, minha filha e minha sobrinha (mas só eu ia viajar mesmo).
- Documentos por favor!
- Claro, respondi com a tranquilidade de quem está em dia com a lei.
Abri a carteira e nada! Revirei bolsos, e nada!A bolsa, e nada!A mala, e nada!
Parecíamos um grupo de retirantes, com sacola, necessaire, roupas, tudo fora da mala, em busca da identidade perdida.
Depois de constatar que ela realmente não estava ali, retornei ao guichê já fraca e sem aquela alegria inicial, e ouvi da atedente que só viajaria com identidade e que ela não poderia fazer nada.
O embarque estava quase encerrando, quando tive a idéia de fazer um BO na Polícia.
Corri, fiz o boletim e no meio de tudo isso era Flora pra lá , Maria pra cá..afffff
Consegui, mas não dava mais pra embarcar nesse vôo. Teria que esperar o próximo.
E de repente achando que tudo estava resolvido lembrei do meu violão.
O violão??Alguém pegou meu violão.
Respirei fundo e pensei por que Deus me havia feito uma pessoa tão calma.
Ah, fosse eu como minha amiga Bárbara e já não estaria mais aqui nesse plano!!
Afinal encarar toda sorte de esquecimentos e distrações, só com essa calma atípica, típica de quem vive no mundo da Lu(a).
No fim das contas encontrei meu violão e dias depois a identidade, que havia ficado no caixa do banco quando fui buscar meu novo cartão.
Aquele que achei que tinha sido clonado, lembra?
sábado, 20 de junho de 2009
próxima estação "Ana Rosa"
O quê????????
O livro tava tão bom que passaram três estações da minha e eu nem percebi!!!
O livro tava tão bom que passaram três estações da minha e eu nem percebi!!!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
A voada!!!!!
Entrei no embarque e fiquei esperando meu vôo ser chamado. O que eu não havia percebido era que aquele portão estava vazio demais. Que não havia nenhum dos que iam comigo por ali e que todos os outros presentes tinham bilhetes diferentes do meu. Mas nem tudo isso foi suficiente.
E fiquei ali sentada, absorta em meus pensamentos, olhando para todos e tudos (como diria Flora) e não vendo nada.
Depois de um certo tempo me dei conta que havia passado o horário do embarque, e aí somente neste instante, resolvi pedir informação.
“Senhora, este vôo acabou de decolar”
O quêeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeêêêê????????
Me senti pequenininha, impotente, avoada, lerda.....que merda...por que viver no mundo da Lua também tem seu preço.
E olha que este foi apenas o primeiro vôo perdido.
E fiquei ali sentada, absorta em meus pensamentos, olhando para todos e tudos (como diria Flora) e não vendo nada.
Depois de um certo tempo me dei conta que havia passado o horário do embarque, e aí somente neste instante, resolvi pedir informação.
“Senhora, este vôo acabou de decolar”
O quêeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeêêêê????????
Me senti pequenininha, impotente, avoada, lerda.....que merda...por que viver no mundo da Lua também tem seu preço.
E olha que este foi apenas o primeiro vôo perdido.
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